sexta-feira, 9 de julho de 2010

Rir é o melhor remédio

Um dia, no Éden, naquelas conversas de fim de tarde com o Criador, o assunto gira em torno de Eva, formada das costelas do homem. A certa altura, Adão pergunta:

— Senhor, por que a fizeste tão linda?

— Foi para que você a amasse — responde o Senhor.

— Mas por que a fizeste tão burra?

— Foi para que ela amasse você.

sábado, 3 de julho de 2010

Sobre a morte e o morrer


Rubem Alves


O que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de
um ser humano? O que e quem a define?



Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...

Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.

Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto...”

Da. Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa...”

Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.

Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?".

Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que freqüentemente se dá o nome de ética.

Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama -de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final.

Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais?

Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.

Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me".

Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento.

Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.


Texto publicado no jornal “Folha de São Paulo”, Caderno “Sinapse” do dia 12-10-03. fls 3.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sexo para combater a hipertensão

O Ministro da Saúde José Gomes Temporão recomendou, durante entrevista coletiva, que as pessoas façam sexo como uma das alternativas para prevenir problemas de hipertensão. Tal afirmação foi feita com base em um levantamento que mostra um aumento na proporção de brasileiros com a doença. De acordo com a pesquisa, a proporçãode brasileiros com hipertensão subiu de 21,5%, em 2006, para 24.4% no ano passado. Os dados, levantados por meio de 54 mil entrevistas feitas por telefone, consideram alta a pressão arterial igual ou superior a 14 por 9. Ainda foi revelado que o aumento do número de hipertensos ocorreu em todas as faixas etárias, embora os idosos sejam os mais afetados: 63,2% apresentam o problema. Entre a população até 34 anos, os números não passam de 14%. Já dos 35 anos aos 44 anos, a taxa é de 20,9%. Dos 45 aos 54 anos, chega a 34,5% e dos 55 aos 64 anos, totaliza 50,4%. "Dancem, façam sexo, mantenham o peso, façam atividades físicas e, principalmente, meçam a pressão arterial", recomendou o Ministro. (FONTE: Agência Brasil)

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pressa, o vício que leva à tensão!

Luiz Antonio Caseira

Vivemos em um mundo de velocidade. Em todas as áreas da vida humana o fator “menor tempo” é essencial. Computadores fazem cálculos à velocidade da luz, carros e aviões estão cada vez mais velozes e até na culinária o tempo foi abreviado: alimentos cozidos em fornos de micro-ondas levam a metade do tempo para ficar prontos. A rapidez com que tudo acontece e chega a nós através dos meios de comunicação também nos pressiona a correr.

A pressa nos leva a um constante estado de tensão; estamos sempre em estado de alerta, como se vivêssemos um filme de suspense contínuo. Não sabemos o que nos aguarda na próxima cena, por isso ficamos em expectativa constante.

Este estado coloca-nos sob pressão e, como consequência, entramos em ansiedade e até depressão. Algumas vezes o quadro de tensão é agravado pelo medo: medo do desemprego, da perda do cônjuge, ou filhos, da solidão, da violência, do trânsito, da morte, de enfermidades, de crise financeira, da justiça e da injustiça, da falência, do homem e até mesmo do próprio medo. Muitos acabam se tornando realmente viciados em fazer tudo com pressa e deixam de aproveitar os momentos agradáveis da vida. Queremos sair desse círculo vicioso, mas não conseguimos.

Várias doenças que “explodem” no organismo humano sem causa aparente são resultantes dessas tensões e pressões. Cerca de seis entre dez pacientes de Clínica Geral saem dos consultórios com receitas de tranquilizantes. São pessoas extremamente preocupadas com tudo e todos; que veem apenas o lado negativo das coisas, sem perspectiva de vida. Estão desgostosas com elas mesmas e com os que as cercam, vivem ansiosas quanto ao dia de amanhã. Algumas exteriorizam estes sintomas e são chamadas de nervosas, histéricas, etc. Outras tentam escondê-los, mas devido à necessidade do organismo em extravasá-los, eles se manifestam através de algum órgão em forma de enfermidade.

É difícil para muitos acompanhar os noticiários de TV – rebelião de presos, assalto com sequestro, escândalos, aumento de preços, recessão, greves, manifestações, etc. Parece que nada de bom acontece no mundo.

O primeiro passo no processo de recuperação reside na identificação dos motivos geradores da ansiedade. Quem sabe haja insônia e irritação sem, no entanto, uma explicação aparente. Analisando a área profissional, percebe-se que se está trabalhando sem descanso há anos. Sem dúvida alguma, neste caso, o “tirar férias” seria um fator de alívio e equilíbrio para o indivíduo.

Sejamos ainda mais práticos: você e sua família têm desenvolvido novas amizades? Separado tempo para o lazer? A vida não pode ser feita somente de trabalho e igreja. O lazer saudável influencia grandemente nosso viver. Que tal um piquenique no feriado? Ou um passeio no parque para “renovar” o ar nos pulmões? Seja criativo! Faça pequenas surpresas à família.

Muitas vezes tensões são causadas por problemas de saúde, de relacionamentos em geral, etc. Uma vez feita a identificação dos motivos, devemos analisá-los na presença do Senhor, expondo-os abertamente. Ainda debaixo de oração procure os meios mais práticos para enfrentá-los. É inegável que existem situações em que toda lógica existente, planejamentos e ação tornam-se inúteis. Precisamente nessas horas devemos colocar coração e mente firmados nas promessas do Senhor, em humildade e contrição reconhecer nossa incapacidade de lidar com o problema e, tal qual uma criança, nos lançarmos nos braços amorosos do Pai, sabendo que Ele é perfeitamente capaz de nos guiar e orientar.

Encontramos na Bíblia esperança e conforto (Salmos), orientações práticas para o viver diário (Provérbios), atuação de Deus na vida de pessoas como nós (Daniel), preciosas promessas que incentivam a prosseguir (Isaías). A Palavra de Deus contém ensinamentos que abrangem a vida do homem integral. Seja curioso! Busque diligentemente conhecer a vontade de Deus revelada nas Escrituras.

Levados pelo vício da pressa em nosso dia a dia nós deixamos de nos apropriar, e de colocar em prática, promessas preciosas ali registradas para que as utilizemos cotidianamente. Uma delas encontra-se em Filipenses 4:6-7: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ações de graça, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”.

Vemos neste texto que, se levarmos até Deus a ansiedade do nosso coração, teremos paz duradoura, independentemente das circunstâncias. Então... Parar na presença do Senhor, aquietar nosso coração e conversar e caminhar com Ele é o melhor remédio para desacelerar, “desintoxicar” e manter o ritmo certo para a caminhada!

Luiz Antonio Caseira é Médico Fisiatra e foi professor do curso de medicina da Universidade do Rio de Janeiro. É o vice-diretor da Missão Vencedores por Cristo. É casado e tem dois filhos.

(É permitida a reprodução total ou parcial do conteúdo do material editorial publicado, desde que citada a fonte e com autorização prévia e documentada da REVISTA LAR CRISTÃO)

sábado, 19 de junho de 2010

Divorcio e segundo casamento


Há sempre uma dúvida no pensamento das pessoas a respeito deste assunto. Independente do que se pensa, devemos lembrar as palavras de Deus: “Eu odeio o divórcio”. Seu plano é que o casamento seja uma aliança, “o que Deus uniu ninguém separe”.
Deus sabe que o casamento envolve dois pecadores, conseqüentemente o divórcio pode ocorrer, porém, Ele estabeleceu algumas leis para proteger os direitos dos divorciados, em particular das mulheres. Jesus mostrou que essas leis foram dadas por causa da dureza do coração das pessoas, não era o desejo de Deus.
Por isso, a única possibilidade que Deus concede permissão para que o divórcio e o segundo casamento possam ocorrer, foi dita por Jesus: “por causa de infidelidade”. Muitos entendem esta “clausula de exceção” referindo-se à “infidelidade matrimonial” durante o período de “compromisso pré-nupcial”.
O costume judeu considerava as pessoas casadas a partir do momento que estavam “prometidas” um ao outro. A única razão válida para um divórcio seria a imoralidade. Mas, a palavra grega traduzida “infidelidade conjugal” significa qualquer forma de imoralidade sexual, como sendo, fornicação, prostituição, adultério, etc. Jesus diz que o divórcio é permitido se é cometida imoralidade sexual.
A Bíblia diz: “e serão dois uma só carne”, por este motivo, uma quebra neste laço por relações sexuais fora do casamento, é razão para que seja permitido o divorcio; neste caso, configura-se a clausula de exceção, porém, somente a parte inocente tem a permissão de se casar uma segunda vez. Apesar de não estar claramente colocada no texto, essa é uma demonstração da misericórdia de Deus para com aquele que sofreu com o pecado do outro.
Alguns entendem a expressão bíblica “todavia, se o descrente separar-se, que se separe” como outra exceção, que permite o segundo casamento. Porém, o contexto não menciona a permissão para que a “parte culpada” possa casar-se outra vez, este conceito não é ensinado nesse texto.
Qualquer que seja o significado da “infidelidade conjugal”, esta é uma permissão para o divórcio, não um requisito para ele. Quando um casal comete adultério, pode através da graça de Deus, aprender a perdoar e começar a reconstruir o casamento; o perdão devem ser atributos presentes na vida de um crente. Deus nos perdoou por muito mais, podemos seguir seu exemplo. Entretanto, algumas vezes o cônjuge não se arrepende e nem se corrige e continua na imoralidade, está praticando o adultério. É aí que Mt. 19:9 pode possivelmente ser aplicado. Outros se apressam em fazer um segundo casamento depois de um divórcio. Às vezes Deus pode estar querendo que continue solteira para quê a sua atenção com Ele, não seja dividida. O segundo casamento é uma opção, não significa que seja a única opção.
Um crente divorciado e/ou que tenha se casado novamente não deve se sentir menos amado por Deus. Ele usa até a desobediência pecaminosa dos cristãos para executar um bem maior.

Hospital Psiquiatrico - O teste da banheira

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:

- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

O diretor respondeu:

- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.

- Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.

- Não! - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

"As vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta saber enxerga-las".

Agora diz ...vc escolheu o balde, né? rsrsr!




sexta-feira, 11 de junho de 2010

Bem, você foi traído. Dá para perdoar? Tudo depende...


Nos meus atendimentos, tenho presenciado várias histórias de casais que se aproximaram como nunca após um episódio de traição. Isto só foi possível, porque após a descoberta do fato, ambos se propuseram a discutir profundamente sobre tudo o que não está bem na relação, através de um programa de aconselhamento de casal. Eles se comprometeram a mudar e recomeçar o casamento. Sim, é um recomeço que requer muito trabalho até que o traído volte a sentir confiança em quem o traiu. O adultério é a única condição, segundo a Bíblia, em que a esposa (o) traída pode solicitar o divórcio, e conseqüentemente, a destruição formal daquilo que Deus criou. Embora o divórcio esteja na Bíblia como saída natural ao problema da infidelidade, ele não é autorizado segundo a vontade do coração de Deus. Quando muitos fariseus foram até Jesus para testá-lo, a pergunta foi: “É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Respondeu-lhes Ele: “não lêste que no principio o Criador os fez macho e fêmea, e disse “portanto deixará o pai e mãe, e se unirá a sua mulher, será os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Perguntaram-lhe então por que mandou Moisés (e não Deus) dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? Respondeu Jesus: “Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres. Mas no princípio não foi assim” (Mt. 19:3-8). Ou seja, a decisão de divorciar-se é de inteira responsabilidade do ser humano, sendo uma permissão puramente humana, que não passou e nem passa pelo desejo do coração de Deus. Um dos maiores problemas que os casais enfrentam quando estão em crise é justamente a falta de diálogo. Há um acúmulo de situações desagradáveis em que ambos têm dificuldades em expressar-se por medo da reação do parceiro. Por medo de magoar ou causar uma discussão indesejável acaba instalando o silêncio, que com o tempo, vai prejudicando a relação conjugal. Não conversam sobre o que não está legal, vão se acumulando insatisfações e frustrações, o que poderá dar margem à vontade de estar com alguém que não o frustre tanto. É imprescindível que o casal entenda as motivações que levaram uma pessoa a trair, para que possa haver uma auto-avaliação de cada um na relação e fará com que ambos assumam novamente, suas responsabilidades na manutenção do amor. É preciso alimentá-lo sempre. Sempre há a possibilidade de perdão por quem ama e o arrependimento sincero de quem traiu. É possível reconstruir uma relação pautada em novos modelos de funcionamento e em especial num diálogo franco, atitudes transparentes e a presença de Jesus constantemente. Quem disse que é fácil manter um casamento feliz sem momentos de crise? O importante é saber superá-las e tirar o maior proveito para nosso crescimento.