sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Texto Anterior | Próximo Texto | Índice

Serra propõe parceria a Madonna em ação que governo esvaziou

Governador de SP oferece adotar programa baseado na cabala no Escola da Família, cuja abrangência caiu pela metade desde 2007

Com apoio de empresários, programa da ONG não deve ter custos para o governo; entidade fornece monitores e o Estado, a estrutura física

Marlene Bergamo/Folha Imagem


A primeira-dama Mônica, Serra e Madonna, após audiência no
Palácio dos Bandeirantes


DA REPORTAGEM LOCAL

O governador de São Paulo, José Serra, ofereceu ontem como parceria à cantora Madonna a estrutura de um programa que foi desidratado em seu governo: o Escola da Família.
Fundadora da ONG Success for Kids, Madonna solicitou audiência com Serra para propor a adoção de seu programa educacional -baseado em princípios cabalísticos- na rede estadual. Na conversa, Madonna explicou que, destinado a crianças de 8 a 12 anos, o programa aplica os conceitos da cabala para o autoconhecimento dos alunos e sua relação com o ambiente.
Ao lado de Serra, o secretário de Educação, Paulo Renato Souza, sugeriu sua implantação nas escolas que abrigam, nos fins de semana, o Escola da Família. Pela proposta, a ONG oferece os monitores para o curso e o governo disponibiliza a estrutura física.
Segundo o governador, o programa -que tem apoio de empresários- não representaria custo para o Estado.
"Não é propriamente um programa formal, mas para desenvolver psicologicamente. Para enfrentar melhor a vida", disse Serra, segundo quem o programa poderá funcionar ainda neste ano.
Criado no governo Geraldo Alckmin, o Escola da Família sofreu, porém, redução drástica na administração Serra.
Em 2007, o governo reduziu pela metade o investimento no Escola da Família. O número de escolas no projeto -que prevê atividades esportivas e culturais durante os finais de semana- caiu de 5.200 para 2.334. Atualmente, o número de é de cerca de 2.300.
À época, o governo alegou que parte das escolas recebia poucos visitantes e, por isso, não fazia sentido mantê-las abertas. O dinheiro foi aplicado em outros projetos, como a colocação de um segundo professor em algumas classes.
No encontro, Madonna e entourage deixaram evidenciar que procuravam um potencial candidato à Presidência. Mas a cantora se surpreendeu com os números de São Paulo.
Antes da audiência, Madonna visitou a ONG Meninos do Morumbi, onde permaneceu por cerca de 45 minutos.
Na entidade, dedicada a crianças e jovens da periferia na zona sul de São Paulo, ela assistiu a apresentações de música, dança e capoeira.
A equipe de segurança de Madonna exigiu que não houvesse câmera fotográfica, filmadora ou telefone celular no local, e pediu que o sistema de câmeras de segurança da ONG fosse desligado durante a visita. Ao lado, cerca de 30 fãs de Madonna gritavam seu nome. O público foi maior no Palácio dos Bandeirantes, onde cerca de 350 funcionários interromperam o trabalho à espera da popstar. (CATIA SEABRA, FABIO TAKAHASHI E FERNANDA MENA)

ANTES DE TUDO O CASAMENTO

Quando os filhos revelam problemas no casamento, então está na hora de fazer algumas mudanças.
Por Gary Chapman

“Pensei que ter um filho faria com que eu e meu marido nos aproximássemos e fôssemos felizes”, disse-me a mulher. “Mas, depois que o nenê nasceu, nosso casamento desmoronou. Meu marido não entende por que estou sempre tão cansada. Reclama porque não faço mais tortas de cereja. Parece que estou atolada em fraldas e vômito, e ele resmungando por causa de tortas de cereja!”
Muitas mães de recém-nascidos sentem-se isoladas, sobrecarregadas e rejeitadas ou desprezadas pelo marido. Enquanto isso, muitos pais sentem-se deixados de lado, rejeitados e sem importância. Acabam ressentidos não contra o bebê, mas contra a atenção que a esposa dá ao bebê: “Ela nunca tem tempo para mim. É tudo sempre para o bebê”.

Qual o motivo dos conflitos?
Quando o filho chega ao casamento, surgem conflitos em potencial. Uma criança acarreta mais trabalho. Para quem? A mãe ou o pai? Mais trabalho implica em mais tempo. De quem? Da mãe ou do pai? Mais trabalho significa mais energia. De quem? Um filho requer mais dinheiro. Que dinheiro? Aquele que usávamos para restaurantes e diversão?
Pesquisas mostram que a mãe sente o impacto no casamento com mais força nos primeiros seis meses do bebê, quando tenta se ajustar às maiores exigências de tempo e energia. O marido, por sua vez, sente os efeitos com mais força de seis meses a um ano e meio depois do nascimento. Nessa fase, ele sente que a esposa está mais crítica, o apóia menos e se afasta sexualmente.
O fato é que criar filhos é um empreendimento conjunto que requer comunicação, entendimento, amor e disposição para se comprometer. Casais que não desenvolveram essas atitudes e habilidades antes da chegada do bebê não as encontrarão automaticamente na hora que o filho nascer. Nunca pense que um bebê vai criar um bom casamento. Isso não é responsabilidade da criança. E ela também não cria problemas, mas pode revelá-los.
Em minha experiência, as questões que geram mais conflitos entre marido e esposa – em qualquer estágio da vida – são: divisão do trabalho, falta de tempo para o casal, relacionamento sexual deficiente, controle do dinheiro, necessidade de tempo sozinho, relacionamento com os sogros e diferença nas estratégias para criar filhos. Como um casal pode se identificar e crescer nessas áreas de dificuldade?

Abordagem positiva
1. Faça do casamento a prioridade. A maioria das pessoas reconhece que um dos maiores presentes que pode dar aos filhos é um casamento forte e cheio de amor. Então, não há motivo para não decidir colocar o casamento em primeiro lugar.
2. Compartilhe sua decisão com seu cônjuge. Talvez ele se una a você, adotando a idéia de fazer do casamento uma prioridade. Provavelmente, está tão aborrecido com a situação presente quanto você.
3. Faça, você sozinho, uma lista do que gostava mais antes do nascimento dos filhos. Mostrem as listas um para o outro e retomem alguns dos momentos de que mais gostavam naquela fase do casamento.
4. Relacione cinco elementos que você pensa que melhorariam seu casamento agora. Avalie a lista, classificando cada item como realista, irreal ou talvez. Mostrem a lista um ao outro. Vejam se concordam em pelo menos um ponto para colocarem em prática nesta semana.
5. Uma ou duas semanas depois, releia a lista de áreas de conflito e marque a que tem incomodado mais. Depois, relacione a segunda e a terceira. Façam isso separadamente. Em seguida, mostrem as listas um para o outro. Tomem a área número um em cada lista e conversem sobre mudanças possíveis. Procurem soluções agradáveis. Isso exige disposição para deixar o cônjuge pensar e sentir de forma diversa da sua, e requer respeito pelos pensamentos e sentimentos do outro. Em vez de discutir, disponha-se a mudar, fazer concessões e procurar soluções com as quais possa concordar.
6. Nas próximas semanas (talvez uma semana sim, outra não), aborde a segunda área de conflito e depois a terceira. Talvez vocês sintam vontade de continuar com a lista, esforçando-se para progredir em todas as principais áreas de conflito. Conversem com outros casais sobre soluções possíveis nas áreas em que têm dificuldade para encontrar um ponto de acordo. Não são só vocês que lutam. Não há motivo para não se beneficiar com a experiência de casais mais velhos ou de bons conselheiros.

Gary Chapman, Ph.D., é casado há mais de 45 anos com Karolyn. “Doctor Love” (ou Doutor Amor, como é conhecido nos EUA) já escreveu mais de 15 livros, sendo a grande maioria sobre relacionamento afetivo, o que faz de Chapman um dos maiores autores do mundo no gênero. Seu livro mais conhecido é As cinco linguagens do amor.

Copyright © 2008 by Christianity Today International

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cartão de Crédito e Crediário

A tradição das religiões não permite incorporar algumas modernidades, situações novas com as quais os antigos não conviviam. Infelizmente não podemos criar mandamentos que eliminariam imenso sofrimento humano, que reduziriam inúmeros conflitos familiares modernos, que devolveriam paz de espírito a muitos seres humanos. Se pudéssemos, eu proporia um décimo primeiro mandamento: "Jamais comprarás a prazo".

O endividamento pessoal, o crediário sem fim e as compras a prazo deturpam a condição humana. O trabalho se torna uma obrigação, a de saldar as dívidas do consumo, em vez do contrário: O consumo deveria ser a recompensa merecida pelo trabalho bem feito.

"Curta hoje, pague depois", tornou-se o novo lema do consumismo mundial, uma inversão da ética milenar de colocar o sacrifício antes do prazer.

Talvez por isso somos um povo eternamente endividado, pendurado. Poupamos pouco, investimos menos ainda. Não é à toa que para muitos trabalhar é um fardo. O prazer veio antes.


A desculpa de "se eu não comprar a prazo jamais comprarei algo" não convence, porque comprando a prazo você estará pagando muito mais pelo mesmo produto, acrescidos de juros e inúmeros outros custos adicionais.

Se você depositar todo mês numa aplicação de renda fixa o valor equivalente ao que seria o da prestação, depois de dezoito meses terá entre 50% e 100% de rendimento a seu dispor, dependendo das taxas de juros do momento.


A questão nunca está entre comprar e não comprar,mas entre receber a mercadoria já, pagando prestações e juros no futuro, e poupar e comprar no futuro, à vista, com desconto e tudo mais. Não são os pobres que compram a prazo, é a compra a prazo que os deixa mais pobres. Compre a prazo e você ficará eternamente pendurado. Compre à vista e estará eternamente livre dos juros do crediário.

Quando se compra a prazo, paga-se por muitoscustos adicionais, além dos juros, algo que nossos professores não ensinam. Comprando à vista, uma série de despesas se torna desnecessária, barateando o custo do produto.

Comprando em dez prestações, você está pagando por dez notas promissórias e dez lançamentos que precisam ser contabilizados e registrados. Cada vez que você paga uma prestação, um funcionário tem de receber e contar o dinheiro, um contador precisará dar baixa na prestação, um recibo deverá ser emitido e assinado. Tudo isso tem um custo. Além do mais, há o custo do centro de atendimento de crediário. Nada disso é necessário quando você compra à vista.

Existe ainda o custo da pesquisa de crédito: alguém tem de telefonar para seu empregador, seus antigos credores, para o serviço de proteção ao crédito e assim por diante. Chamam a isso custo de abertura de crédito. E quem paga é você.

Muita gente acaba não saldando as prestações, e o pior da compra a prazo é que você terá de pagar por esses caloteiros. De 3% a 8% dos devedores nunca quitam suas dívidas, e quem paga é você. Isso é uma enorme injustiça, os bons pagadores acabam pagando pelos maus pagadores. Como nunca se sabe de antemão quem vai dar o calote ou não, não há outro remédio a não ser incluir o custo no preço pago por todos.

Inadimplência não é o único custo que se tem quando se compra a prazo, existem ainda milhares de devedores que atrasam o pagamento. Embora não sejam exatamente caloteiros, acabam incorrendo em outros custos, dos cobradores, dos advogados, das cartas de aviso, e quem paga novamente é você, pagador pontual.

Todos esses custos estão embutidos nos juros cobrados, o que gera algumas conclusões equivocadas por parte de certos economistas, jornalistas e políticos que acusam o comércio, os bancos e os cartões de crédito de cobrar juros abusivos. Esquecem que os "juros" são na realidade a soma de juros mais todas essas despesas.

Além de tudo isso, a compra a prazo provoca um senso de superioridade incompatível com sua produtividade, uma ostentação acima de sua capacidade de produção. Na compra de um imóvel não há alternativa a não ser o plano a prazo, mas na compra de um eletrodoméstico há. Para sua felicidade e de sua família, incorpore mais um lema em sua vida: compre à vista.

Carnaval!!!

Ao refletir melhor a respeito do Carnaval, concluímos ser evidente que ele apresenta perigos mais sutis do que os convites para freqüentar seus bailes. Talvez o maior perigo do Carnaval não seja ir até ele, mas deixar que ele venha até nós. De fato, pode acontecer de um crente durante os dias da festa ter permanecido longe do sambódromo, mas ao mesmo tempo, ter-se deixado dominar pelo ambiente do Carnaval. Pode ter se conduzindo de modo irreverente ou até escandaloso, envolvendo-se com pessoas incrédulas num ambiente marcado por risos e conversas vergonhosas, ou simplesmente deixando o Carnaval entrar em casa através da televisão.

Assim, é fácil responder se fomos ou não às festas de Carnaval. Mais difícil é responder se o Carnaval veio até nós e se abrirmos alas para ele passar. Talvez um modo de chegar à resposta seja olhar para o dia de hoje, a chamada Quarta-Feira de Cinzas.

ü Como estamos no dia de hoje?

ü Somos crentes melhores ou piores?

ü Estamos mais fortes ou mais fracos?

ü Sentimo-nos satisfeitos ou envergonhados?

ü O que sobrou nesta Quarta-Feira de Cinzas? Boas lembranças ou tristes segredos?

...........................................................................................................................................................................................

Pr. Marcos Granconato

Diga não!!


Provavelmente uma das suas maiores dificuldades é dizer não. Uma pessoa de quem você gosta pede-lhe ajuda e você não recusa, mesmo sabendo que não vai ter tempo para isso. É que você não quer magoar, nem deixar a pessoa pensando que você não se incomoda com ela. Então você aceita. Diz sim.

Seu chefe pede que você execute mais um projeto. Você já está atolado de trabalho, não teria tempo para mais um, mas em nome da sua imagem de alguém que está sempre disposto a ajudar, você aceita.

Em ambos os casos, o mais adequado teria sido um “não”. Agora, as suas outras tarefas vão perder qualidade, ou na pior das hipóteses, você é que perde. Perde horas de sono, perde tempo de convivência com a família, perde horas de lazer. Você nem se lembra mais quando foi a última vez que se divertiu. Não há tempo para essas coisas.

E o “sim, conte comigo”, continua sendo freqüente.

Está na hora de aprender a dizer não. Pessoas que evitam dizer “não” estão esquecendo um princípio psicológico muito simples: amar-se para poder amar. Quando você se valoriza, tem uma auto-estima saudável, sabe do seu próprio valor, é consciente de seus potenciais, pontos fortes e fracos, então você está livre para poder ser significativo na vida de outras pessoas. Se você não está bem consigo mesmo, tem medo de magoar. E esse medo leva você a aceitar coisas que não deveria, pois você não quer que a outra pessoa interprete errado sua negativa. Medo de dizer não.

É preciso inverter isso. Aprenda a dizer “não”. Explique com calma que você gostaria muito de ajudar, mas que se você aceitasse deixaria de fazer outras coisas com qualidade e isso você não poderia deixar acontecer. Até mesmo a própria tarefa solicitada no momento não seria feita com a qualidade que a pessoa merece. Pronto! Uma saída delicada e sem constrangimentos, mas que evita sobrecarga.

Vá em frente. Muitas vezes a maior demonstração de amor é um “não”. Amor próprio. Amor que liberta. Amor que permite amar.

Marcos Meier – texto publicado no livro de sua autoria “Sapatos e Letras” disponível no site www.kapok.com.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

MANA DA SEGUNDA - 15 de Fevereiro de 2010

Jogando Até o Último Minuto

Por Jim Mathis

Enquanto assistia a um evento esportivo num final de semana, uma coisa se tornou evidente para mim: é preciso jogar a partida inteira, quer isto signifique quatro quartos, como no futebol americano e no basquete; dois tempos como no futebol; três períodos no hóquei; nove “entradas” (ou mais) no basebol, ou 18 buracos no caso do golfe. É bom construir boa vantagem no início, mas ainda assim é preciso jogar a partida inteira.


Com frequência os períodos finais de uma competição são cruciais. Na partida a que me referi, entre dois grandes rivais, o resultado só ficou definido a apenas dois segundos do final. Ao alcançar uma vitória quando a derrota parece certa, torna-se claro que mesmo os últimos segundos da disputa podem ser de extrema importância.


Aparentemente achamos que, como ao dirigir um carro, a certa altura da vida podemos "desengatar a marcha" e deslizar até a linha de chegada em ponto morto e, ainda, vencer a corrida. Esta é uma ideia relativamente nova, dos séculos XIX e XX. A Alemanha foi o primeiro país a introduzir a ideia de aposentadoria em 1880. Hoje muitas pessoas (senão não a maioria) nos países industrializados, consideram a aposentadoria como um direito básico. Continuar ou não trabalhando depois de certa idade é uma decisão pessoal. Deveríamos, contudo, nos empenhar em

servir a Deus e aos outros de forma produtiva, enquanto formos capazes de fazê-lo.


Muitos na minha idade já estão de olho no relógio, raciocinando que podem deslizar facilmente para o encerramento. Ou seja, já desistiram ou se encaminham para o chuveiro. O curioso é que eu me sinto bem como nunca. Não estou cansado. Sinto-me mais criativo e conheço mais do que conhecia antes. Seria apropriado revisar o meu “plano de jogo”, fazer escolhas melhores ou jogar como se o resultado ainda fosse incerto. Ou será que eu deveria apenas deixar o relógio correr? Penso que não! O apóstolo Paulo faz uma analogia entre a vida e a corrida esportiva, enfatizando a importância de se completar todo o percurso até ao final:“Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio” (1 Coríntios 9.24).

Eu já entrei nos 60 anos de idade. Seja qual for o modo de olhar é exato afirmar que estou no último “tempo”, seguramente o último de meus anos produtivos. Tudo o que passar dos 80 será “excedente”. Mas aos 61 estou definitivamente começando a jogar meu “último tempo”. Entretanto, deixar o tempo correr, fazendo jogadas de pouco risco, como às vezes ocorre no futebol, não me parece prático ou digno de um atleta a esta altura de minha vida, mesmo que tivesse, digamos, boa “vantagem” a meu favor.


Filipenses 3.14 afirma:“Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”. Paulo compreendeu que, àquela altura da vida, a corrida ainda não tinha acabado. Assim, ele estava determinado a prosseguir até que ela – sua vida na terra – terminasse.

Quanto a mim, pretendo jogar com todo o empenho até o tiro final, apito, buzina, trombeta de Gabriel ou seja lá o que for que sinalizar o encerramento. Devemos isso ao nosso Treinador, nossa equipe e a nós mesmos. À nossa família, amigos, empregadores, empregados, colegas de trabalho e quantos confiam em nós.

Para isso estamos aqui: para jogar a partida até o final!

Próxima semana tem mais!


MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês